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Metal Mecânica

22/12/2017 - IPESI INFORMA

Subsidiária brasileira do Grupo Junker prevê crescimento de 30% em 2017

O ano de 2017 foi favorável ao Grupo Junker no Brasil. Segundo o diretor da empresa, Dirk Huber, a previsão é encerrar dezembro com alta de 30% na entrada de pedidos, se comparado ao volume registrado no ano passado. A maior parte das encomendas veio da indústria automotiva, principal mercado das empresas do Grupo Junker no Brasil.

As exportações da Zema Zselics, fabricante nacional adquirida pela Junker em 2015, devem fechar 2017 com crescimento de 15%, atendendo principalmente a Europa, América do Norte e Índia. Os EUA estão entre os principais consumidores de máquinas Zema, especialmente a retificadora cilíndrica externa CNC Numerika G800 Plus, uma máquina prática e fácil de operar, apesar da tecnologia embarcada. "O americano quer instalar a máquina e começar a operar imediatamente. A Numerika oferece isso", explica Huber. A divisão de ferramentarias da empresa, com a marca Flexifer, deve crescer 10% este ano, segundo o diretor.

Além do Brasil, a Argentina é o principal mercado na América do Sul para as máquinas Junker. Já a Zema, única fabricante brasileira a oferecer retificadoras CNC com rebolos convencionais, ganha maior visibilidade em países como Colômbia, Chile, Peru, além da própria Argentina.

Para 2018, Dirk Huber aposta em uma boa movimentação do mercado, porém não arrisca fazer previsões. Ele acredita que, por ser um ano eleitoral, os projetos devem acontecer até julho, retornando somente em novembro, após as eleições. "Tudo dependerá de quem vai ganhar as eleições e da política que vão implementar para o setor industrial", comenta.

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