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Faturamento da Romi cresce 61% no segundo trimestre

Data: 29/7/2010




A Romi encerrou o segundo trimestre de 2010 com receita operacional líquida de R$ 167,6 milhões, valor 61,1% superior ao segundo trimestre de 2009. A retomada da atividade industrial no País se refletiu diretamente na entrada de pedidos neste segundo trimestre, com um crescimento de 81,3% sobre o mesmo período de 2009. Esse crescimento também foi decorrente do bom desempenho comercial dos produtos da companhia na Feira Internacional da Mecânica, ocorrida no mês de maio de 2010.
A carteira de pedidos mantém-se consistente, com R$ 225,4 milhões neste segundo trimestre, um crescimento de 7,7% em relação ao trimestre anterior e de 133,4% em relação ao segundo trimestre de 2009, o que evidencia a recuperação da atividade econômica dos setores industriais.
O EBITDA (lucro antes do resultado financeiro, impostos sobre o lucro, depreciação e amortização)foi de R$ 23,7 milhões, valor 227,3% maior do que o obtido no mesmo período de 2009. No semestre, essa variação foi de 1.675,2%. “Ainda que, em 2009, os resultados tenham sido afetados pela crise econômica, os números apresentados demonstram uma retomada bastante consistente dos negócios da companhia”, afirma Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi.
O crescimento da demanda por bens de consumo levou a um forte aquecimento na receita de máquinas para plásticos, que teve um aumento de 86,2% em relação ao trimestre anterior.
Por fim, os aspectos que impulsionaram a recuperação no último ano também se mantêm. Entre eles estão a redução da taxa de juros para investimento em capital fixo, promovida pelo BNDES em julho de 2009 e prorrogada até dezembro de 2010 e a melhora do nível de confiança da indústria.

 

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